top of page
Buscar


ELA ABRIU A PORTA PARA QUE TODAS NÓS OCUPÁSSEMOS O TRIBUNAL INTEIRO
Eles disseram “espere”. Ela esperou 8 anos. Mas não esperou sentada. Em 1898, Myrthes Gomes de Campos segurou seu diploma de Direito, mas o sistema jurídico da época fechou as portas. Juízes, tribunais e instituições debateram por quase uma década se uma mulher tinha “capacidade biológica” para ser advogada. A resposta dela? Persistência. Escrita. Luta. Em 1906, ela venceu. E ao se tornar a primeira, ela garantiu que jamais fosse a única. ⚖️✨ Hoje, dia 15 de Dezembro, celebra

EBDM
16 de dez. de 20251 min de leitura


A Invisibilidade do Trabalho de Cuidado e o Impacto na Pensão Alimentícia
Tradicionalmente, ao fixar a pensão alimentícia, deve-se observar o binômio necessidade/possibilidade (ou trinômio, incluindo a proporcionalidade entre as rendas). No entanto, ao analisar de forma crítica, com um olhar de gênero, é possível notar que essa equação matemática frequentemente ignora uma variável oculta e economicamente valiosa: o trabalho de cuidado. Historicamente atribuído às mulheres como uma "obrigação natural" ou "amor materno", o trabalho de cuidado se refe

Bianca Rodrigues Araújo
15 de dez. de 20252 min de leitura


QUANDO A CRÍTICA DAS MULHERES É TRATADA COMO AGRESSÃO: O EPISÓDIO FRANCISCO BOSCO
Quando a crítica feminina é lida como agressão: notas sobre racionalidade masculina e poder discursivo Por Mariana Tripode Advogada. Fundadora da Escola Brasileira de Direitos das Mulheres (EBDM) A controvérsia recente envolvendo Francisco Bosco não é relevante por sua dimensão pessoal nem pela identidade do sujeito envolvido, mas pelo que revela acerca das formas contemporâneas de exercício do poder discursivo. O episódio expõe, mais uma vez, a dificuldade estrutural de home

Mariana Tripode
14 de dez. de 20253 min de leitura
bottom of page
