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A Audácia Falhou: Como o Protocolo de Gênero do CNJ Impediu que a Justiça Fosse Usada para Silenciar uma Mulher
Por: Mariana Tripode Existe uma diferença fundamental entre julgar um caso e compreendê-lo. Durante décadas, o sistema de justiça brasileiro analisou conflitos entre homens e mulheres como se ambos ocupassem posições simétricas e como se o peso das palavras fosse o mesmo para quem ameaça e para quem é ameaçada, como se o histórico de violência não antecedesse o processo, como se a dor não tivesse contexto nem endereço. O Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero, in

Mariana Tripode
25 de mar.6 min de leitura


O Corpo da Paciente Não É Extensão do Hospital: Justiça Condena Plano de Saúde Usando o Protocolo de Gênero do CNJ
O silêncio de uma paciente sedada não é consentimento. Entenda como o Protocolo de Gênero do CNJ foi fundamental para condenar um plano de saúde por abuso sexual em sua rede credenciada e como essa decisão histórica impacta a advocacia feminista.

EBDM
25 de mar.3 min de leitura


O GÊNERO NÃO APITA O JOGO, A COMPETÊNCIA SIM.
O que aconteceu em Bragança Paulista não foi um "desabafo de cabeça quente". Foi a exposição de um preconceito estrutural que ainda tenta expulsar mulheres do campo. Gustavo Marques, autor do gol do RB Bragantino, marcou também um dos gols mais tristes da temporada ao questionar a capacidade de Daiane Muniz — árbitra de elite com bagagem de Copa do Mundo e Olimpíadas — baseando-se exclusivamente no fato de ela ser mulher. Dizer que "não se coloca uma mulher em jogo desse tama

EBDM
22 de fev.1 min de leitura
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