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A Audácia Falhou: Como o Protocolo de Gênero do CNJ Impediu que a Justiça Fosse Usada para Silenciar uma Mulher
Por: Mariana Tripode Existe uma diferença fundamental entre julgar um caso e compreendê-lo. Durante décadas, o sistema de justiça brasileiro analisou conflitos entre homens e mulheres como se ambos ocupassem posições simétricas e como se o peso das palavras fosse o mesmo para quem ameaça e para quem é ameaçada, como se o histórico de violência não antecedesse o processo, como se a dor não tivesse contexto nem endereço. O Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero, in

Mariana Tripode
25 de mar.6 min de leitura


O Corpo da Paciente Não É Extensão do Hospital: Justiça Condena Plano de Saúde Usando o Protocolo de Gênero do CNJ
O silêncio de uma paciente sedada não é consentimento. Entenda como o Protocolo de Gênero do CNJ foi fundamental para condenar um plano de saúde por abuso sexual em sua rede credenciada e como essa decisão histórica impacta a advocacia feminista.

EBDM
25 de mar.3 min de leitura


A Toga Não é Escudo: A Hermenêutica de Gênero e o Desmonte da Defesa Patriarcal na APn 1.079/DF
A recente decisão da Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça na Ação Penal Originária n.º 1.079/DF transcende a condenação individual de um Desembargador por violência doméstica; ela erige-se como um marco epistemológico sobre como o Sistema de Justiça deve processar seus próprios pares quando estes se tornam algozes na esfera privada.

Mariana Tripode
17 de dez. de 20253 min de leitura
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