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CEGUEIRA DE GÊNERO
Imagine um juiz que decide uma corrida entre uma pessoa que está no ponto de partida e outra que foi colocada 100 metros atrás, com pesos nos pés. Se o juiz aplicar a mesma regra para ambos, ignorando as posições iniciais, ele foi “neutro”? Não. Ele apenas validou a injustiça da largada. Isso é a Cegueira de Gênero no Judiciário. Por décadas, o Direito operou sob o mito de um “sujeito universal” que na prática, sempre foi o homem médio. Essa cegueira impede que o sistema veja

Mariana Tripode
16 de dez. de 20251 min de leitura
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