top of page

CEGUEIRA DE GÊNERO

Imagine um juiz que decide uma corrida entre uma pessoa que está no ponto de partida e outra que foi colocada 100 metros atrás, com pesos nos pés.


Se o juiz aplicar a mesma regra para ambos, ignorando as posições iniciais, ele foi “neutro”? Não. Ele apenas validou a injustiça da largada.


Isso é a Cegueira de Gênero no Judiciário.


Por décadas, o Direito operou sob o mito de um “sujeito universal” que na prática, sempre foi o homem médio. Essa cegueira impede que o sistema veja as barreiras invisíveis que mulheres enfrentam que é o medo na violência patrimonial, a coerção no assédio sexual, a sobrecarga no direito das famílias.


Em 2025, a jurisprudência consolidou o entendimento de que a verdadeira Justiça exige retirar essas vendas.


O Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero não é sobre “favorecer” um lado, mas sobre nivelar o campo de visão para enxergar a realidade como ela é.


Julgar sem ver o contexto social não é mais justiça. É apenas burocracia cega.


Quer entender como aplicar essa visão na prática? Acompanhe nossos conteúdos.


💬: @marianatripode.adv




Posts recentes

Ver tudo
ABANDONO AFETIVO VIROU LEI

Pagar a pensão em dia não livra mais ninguém de ser processado. A regra do jogo mudou em outubro de 2025. 🧸⚖️ A sanção da Lei nº 15.240/2025 transformou o que era apenas jurisprudência em letra fria

 
 
 

Comentários

Avaliado com 0 de 5 estrelas.
Ainda sem avaliações

Adicione uma avaliação
bottom of page